digitar, clicar, imprimir. preguiça de ir até a impressora pegar a folha. e assim, o fantástico mundo digital das facilidades vira o mundo corriqueiro de sempre.
enfrentando uma máquina de 9 toneladas em busca do lambe-lambe perfeito, percebo que o “fantástico” está mais ligado ao real e manufaturado que ao digital sem substância. em tempos de touch-screen, mágica não é apertar um botão e ver algo físico se materializar. é o contrário: observar, intrigado, as engrenagens dos mecanismos, ouvir os rangidos de metal, sentir o cheiro de óleo e tinta.
as gavetas da gráfica estavam cheias de letras - que são usadas para montar os cartazes. e isso é incrível. tudo que você pensa, pode estar alí, guardado naquelas gavetas.
no que me dou conta: “mas o teclado não faz o mesmo? poxa, teclado é tão 2009”.
»» grafica fidalga, fazendo lambe-lambes com @oficinadeestilo, @mawa, @fweno, @japatratante e o igor (sem @ por enquanto).