um facho de luz pousa sobre o garçom apressado. tantas vezes ele passa, quantas vezes acontece. se multiplica ao infinito até que o olho deixa de perceber, até que o calor rápido que se sente deixa de ser sentido, até que se acostuma. até que o facho-de-luz-espanto se transforme (sem mudar nada) no facho-de-luz-qualquer.